La France est un exemple: Mais uma greve geral paralisou a frança contra a crise mundial.
A França parou novamente no dia 19 de março, com mais uma paralisação geral, a maior nos últimos 15 anos, a greve foi chamada pela CGT e demais centrais sindicais, em todo pais mais de 200 protestos foram realizados, somando 3 milhões de pessoas. Em paris 350 mil trabalhadores foram as ruas, em Marselha, outra cidade importante, foram mais 320 mil protestando contra o governo de Sarkozi.
Este foi a segunda greve geral em menos de 2 meses, pesquisas feitas pelo LE MONDE mostram que nas duas greves mais de 70 % da população apoiou a paralisação.
Os trabalhadores protestaram contra Sarkozi e sua política, que já liberou mais de 100 bilhões de euros para ajudar os banqueiros e grandes empresários a se salvar da crise, enquanto milhares de pessoas passam fome e são demitidas. Desde o início de 2009 até o mês de março mais de 90 mil trabalhadores perderam seus empregos na França. No capitalismo é assim quando a burguesia cria as suas próprias crises e começa a perder dinheiro, joga todo o problema para a classe operaria.
O imperialismo europeu, por certo tempo conseguiu controlar os ânimos dos trabalhadores fazendo pequenas concessões, na lógica do “se vão os dedos para não perder os anéis”, podia fazer isso a medida que super-explorava e arrochava mais os trabalhadores dos países semi-coloniais, como ainda segue fazendo, mas atual na crise na estrutura capitalista é tão forte que a burguesia se vê obrigada a atacar mais fortemente os trabalhadores dos países imperialistas, num grau tão forte como faz com os trabalhadores dos países semi-coloniais. E justamente nesses países imperialistas é que começam as surgir fortes mobilizações e lutas dos trabalhadores.
O capitalismo não tem mais nada a oferecer a classe operaria, a não ser mais demissões, fome, miséria e guerras, aos trabalhadores do mundo todo só nós resta se mobilizar, protestar, fazer greves e multiplicar nossas ações contra os patrões e o conjunto da burguesia, todas essa lutas devem estar a serviço de uma maior, a revolução e o socialismo que esta mais vivo do que nunca. Por isso é preciso tomar a greve geral francesa como exemplo e multiplicá-la por todos os países do globo terrestre.
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