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Violência da PM e do Governo contra os Trabalhadores:
Bancários em Greve são espancados pela policia militar
Na última quinta feira, 16 de outubro, vários bancários que participavam do piquete de greve do banco Banrisul, no centro de Porto Alegre, foram agredidos pela PM ao tentarem impedir a abertura da agência. A polícia chegou ao local e partiu para cima dos trabalhadores com muita violência, como se fossem bandidos. Alguns funcionários foram seriamente feridos e encaminhados para o pronto socorro.
Casos como estes servem para refletirmos e debater qual o papel de instituições, como a PM, que teoricamente deveria defender os trabalhadores, mas na prática são os que reprimem da forma mais violenta. Isso só mostra a orientação que recebem os policiais militares, que é de sair reprimindo violentamente, tudo em nome da lei, da justiça, mesmo que essas leis e a justiça vão contra os principais responsáveis por produzir todas as riquezas do mundo: Os trabalhadores.
Para acabar com a violência da burguesia, só derrotando o capitalismo
Toda essa situação de agravamento da violência nas grandes metrópoles é somente parte das dificuldades que sofrem os trabalhadores no dia a dia. Por isso a luta contra a violência social deve estar atrelada diretamente com a luta pela revolução socialista. É preciso acabar com o capitalismo como única forma de acabar com todas as suas “doenças”.
E nessa luta os trabalhadores vão se enfrentar com os patrões, com os dirigentes sindicais vendidos, e também com a polícia e com o exército. E a única forma de fazer frente à violência organizada da burguesia é com os trabalhadores construindo sua autodefesa e organização. Atualmente a questão da autodefesa dos trabalhadores se coloca em cada greve onde o patrão chama a polícia para reprimir os trabalhadores, em cada ocupação de terra onde os latifundiários contratam jagunços para matar os sem terra, por isso a que a única alternativa para garantir a segurança da classe trabalhadora não é esperando pela polícia, a única segurança e confiança que pode se ter é com os trabalhadores cuidando da sua auto defesa, quem se sentir mais seguro portando uma arma de fogo tem que ter o direito de possuir uma, se os trabalhadores quiserem organizar pessoas nos bairros que terão a tarefa de garantir a segurança contra a violência do tráfico, dos assaltos e da polícia, isso deve ser respeitado e muito mais que isso, incentivado.
Diante de toda a violência do capitalismo esse é o debate que a juventude e os trabalhadores devem começar a fazer, além das lutas por melhores condições de vida, contra os ataques dos patrões e pela revolução socialista, a questão de como se defender da violência da burguesia contra a classe trabalhadora deve ser colocado em pauta.



